Verdades intrínsecas
Estava cheia do vazio que a preenchia por inteiro
Inquieta entre o ideal e o verdadeiro
Uma verdadeira caixa de idéias desconexas
Algo se acendia e apagava dentro daquele peito a cada
anoitecer
E seus amores eram todos ensaiados
Seus planos roubados
E suas mãos sempre frias
A verdade é que cansa...
Cansa-se de estantes cheias e mentes sempre vazias.
As aparências ardilosas vendidas como verdades
irrefutáveis
E falta de vontade, talvez mais acertadamente coragem:
De retirar o véu...
Procurar o oculto,
Organizar a casa.
E é quando a luz se apaga!
Ela se acende,
Se arde e queima por inteiro
A madrugada alenta uma inquietude de alma, corpo e
extensão.
Talvez amanhã
Talvez...
E se não tarde
E se...
Autora: Luana Rinaldi
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