“Era uma vez” mais uma vez.
(“Veja o sol, ele se põe agora...
aguardo ansiosamente que nasça pela manhã” – 15 de outubro de 2012)
E como disco arranhado
Ouço sempre a mesma melodia triste.
Sete dias para lembrar cada detalhe.
Há sempre um perfume especial,
Uma letra marcante
E um momento fatal.
No fim, recomeçar...
Outro refrão predileto, uma nova estação,
Mas um amor:
Fatal, mas não letal como sempre.
Desses que te mata aos poucos,
Que é pra deixar aos pedaços
Onde outras mãos vão montar...
Mas um começo.
São risos doces,
Olhares a se cruzar,
Falas mudas em lábios que se encontram.
Eternidades findas a cada verão.
Mudam-se os amores,
A receita não!
Autora: Luana Rinaldi