Meia estação
Talvez
eu seja aquele amor de meio de caminho
Não o
começo,
Que é
pra não fazer lembrança amarga
Nem mesmo
o último ou então o de destino.
Sou aquele
amor de meia estrada
E quero
ser lembrada como brisa de meia estação,
Uma porta
aberta para chegada:
Do que
por direito reserva o seu coração.
Com calma,
Alimentando
a alma inconstante.
Sem pretensão
demasiada, aquela foto velha guardada em um canto qualquer.
E não
espere ao fim da noite – não tenho a intenção de ficar
Acolho-te
e recolho ternamente os seus tormentos
Sou amor
de alento – impulso para voos altos
Pelo
tempo adequado
Fico
enquanto útil – não mais que isso.
Autora: Luana Rinaldi
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