Dos Clássicos
(“vai transformar tudo em poesia agora vai?”... ”vou,
cuidado, minhas amigas serão as próximas vítimas”)
Era toda confusão,
Fazia seus próprios problemas
Só pela agonia de buscar a solução
Ela era seu próprio segredo,
Ao arquear as longas e finas sobrancelhas
Com aquela expressão de uma cara só.
Nem tédio,
Nem nostalgia,
Não se era pura alegria
Mas simples explicação pra tudo.
Era um desses livros:
Dos clássicos fora de seu tempo.
Seja drama ou emoção,
Era própria!
Daquelas pessoas que não se formam de uma melodia só.
Que se admita,
Que se permita,
Um jeito novo de se descobrir criança
Ou velho em demasia.
E ela era personagem de seu próprio filme mudo,
Que se repete,
Com olhos que dizem tudo.
Autora: Luana Rinaldi
O que vc quiz dizer?? Ta confuso?? Bom poema sucesso, precisa melhorar algumas coisas mas no geral ta bom
ResponderExcluirPode até parecer um tanto confuso, mas não é rsrsrs...
ResponderExcluirTrata-se de uma descrição de como vejo uma amiga minha, e descrever uma pessoa nunca é tão simples, é difícil falar da personalidade de alguém, mas reafirmo que é exatamente assim que é a personalidade de minha amiga.
Pretendo nos próximos apresentar mais algumas descrições de outras pessoas que conheço: amigas, amigos, conhecidos e familiares... é um pequeno projeto de transformar em versos o que vejo neles.
Desde já obrigada pela opnião.
att,
Luana Rinaldi