Que não me falte
(por ela daria o último suspiro para que
durasse para sempre, morreria com sorriso na face, só por ela: minha mãe – 22 de
julho de 2012)
Que não me falte os seus
braços
O seu alento.
Não me deixes cair no sono
Sem teus tão confortáveis
abraços a me velar
Minhas noites precisam da
sua benção
Do seu beijo de ninar,
Daquela cantiga calma que me
tocava aos ouvidos
Enquanto a noite se
assentava ao céu.
Cai-me o mundo
Perdesse tudo
Perdesse eu...
Corpos são dois,
Almas são uma,
Separadas apenas pelo corte
do cordão umbilical
Autora: Luana Pricila Bicudo Rinaldi
Nenhum comentário:
Postar um comentário