Sereno lar
(de malas prontas, a casa de minha mãe
ainda me parece o melhor refúgio – 12 de julho de 2012)
Hoje eu quero sossego
Uma cama quente a me esperar.
Tomar o meu café amargo
Enquanto converso com as paredes ao meu redor.
Não quero nada mais que me pertencer apenas a mim mesma
Onde tudo converge a meu favor
E vou ouvindo minhas cantigas
Por horas ininterruptas...
Por noites que me falam de estrelas cintilantes
A contemplar a lua em todo seu esplendor.
Descanso só
No êxtase de paz
Como quem volta pra casa,
Para o tão saudoso lar,
Para os braços abertos de uma mãe que lhe espera a porta.
Autora: Luana Pricila B. Rinaldi
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