Amarras
(04 de junho de 2012, segunda-feira, uma das maiores dores me toma hoje
nos braços, e enquanto as lágrimas me arrebatam fico inerte no silêncio
estrondoso do meu ser).
Das dores que me são tantas,
Já levando pronta pra queda
Mal me equilibro
E lá vou eu ao chão outra vez.
Não nasci pra ser do solo,
Reluto em ficar no nada
Emendo com fitas e sonhos
As minhas asas quebradas
São tantos os meus tormentos,
São tantos os meus lamentos,
Ladainhas infindas
Ainda, em corpo cansado
Brotam em olhos feridos
Uma alma inquieta
Que não aceita prisões
É maior que as dores,
Bem maior que as decepções...
É pura êxtase
De uma planar libertador
Autoria: Luana Pricila B. Rinaldi
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