segunda-feira, 25 de abril de 2011

Versos Mudos

Versos Mudos

(em 16 de setembro de 2008, às 00:00hs, enquanto o sono não vem)

Meus versos somem,
Minhas rimas perdem o brilho
E quando menos percebo:
Meu olhar também fugiu
(ele correu para um abrigo)

Ele encontrou o seu repouso predileto
E em meio as suas lembranças
Vejo tudo que escondi do mundo para ninguém ver
O meu livro mais seleto
O meu romance mais discreto!
Encontro tudo que não procurei
E vejo até o que não estava perdido
Escondido em meio as suas imagens.

Não sei, ainda não consigo entender
Já tenho tudo,
Não peço nada!
Mas ainda me falta você?!
E mesmo sem querer, te quero
E talvez sem esperança ainda espero

Mas creio que o tempo é curto
Não poderei esperar muito...

Mas qual a medida do amor
Se não um século a fio...
Se não noites em vigília
No qual só o nada nos faz companhia!
E se vive,
Se respira,
Se alimenta,
Se move,
Apenas por um querer sem razão
Amor ou quem sabe paixão?!

Autora: Luana Pricila Bicudo Rinaldi

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