Para minha avozinha
(a minha avó Hilda que deixou-nos saudades e bons exemplos)
Ah, avozinha!
Olho-te assim
Tão frágil
Como uma criancinha.
Seus olhos tão pequenos,
Tão serenos,
Parecem olharem pro infinito,
Mais além:
Para algo não descrito
Teus cabelos já grisalhos,
Cuja cor o tempo apagou
Fio a fio sua história em nossa vida marcou.
Sua voz hoje quase calada
Tanta história já me contou,
Suas mãos enrugadas que um dia já me ninou.
Vejo o rastro do tempo
No rosto de alguém que tanto me amou
Ah, avozinha!
Quanto tempo já se passou.
Autora: Luana Pricila B. Rinaldi

Que linda homenagem, parabéns pelas poesias
ResponderExcluirestou gostando muito de todas.