Capitu
Inquieta, sua torre de aço
subiu.
Inclinou-se
E de braços abertos partiu
Aos ventos que se rendeu
Desceu,
Caiu enquanto sorria.
Não era mais fria
Fez-se humana
Pobre boneca viva,
Ousou quebrar sua porcelana
Humana, agora sangra.
E de braços aberto ao solo
que acolheu
Fez-se eterna ao se
descobrir mortal.
Não mais medo, fraqueza ou
decepção.
Não mais nada, não mais um não.
Autora: Luana Rinaldi
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