Minha pequena ‘colcha de retalhos’
Nostalgia vez ou outra vem me visitar,
E fala baixinho ao ouvido
Aqueles nomes que o vento não consegue levar.
O lúdico e o real
Misturando o passado e presente no mais perfeito coquetel.
Nem mesmo uma vírgula poderia eu mudar
Como falar das marcas se não fossem as cicatrizes?
Das pequenas tristezas, às lembranças felizes...
No final sou a soma de tudo isso
Dos risos descontraídos
Capaz de corar a face
Ou lágrimas mudas que são engolidas de relance
Cada pedaço,
Dessa ‘colcha de retalhos’ que me forma
Há sim relevância!
E seja o todo
Ou cada pedaço fracionado
Ainda assim será o eu
O meu – o meu mundo.
Autora:
Luana Rinaldi
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