quarta-feira, 7 de agosto de 2013

“Ad eternum”



“Ad eternum”



(ensaio textual)
 




De repente era tudo simples, preto no branco, ou aquele colorido a gosto. Cada detalhe era absorvido, cada cheiro e textura, nada passava despercebido aos olhos curiosos. Não se tinha pretensão alguma, não era pra sempre ou pra daqui uma hora, era agora, era ali o eterno.
Sem ensaios, testavam cada sensação ao puro toque e a resposta expressa no contorcer do corpo deixava clara a aprovação, a permissão e o desejo mútuo.
E em meio à desordem fez se a ordem, os vestuários ao chão eram pura arte, daquelas que só mãos famintas sabiam dar forma. Palavras? Desnecessárias eu digo.



Autora: Luana Rinaldi

Nenhum comentário:

Postar um comentário