
Sociedade Moderna II
(da submissão cega, aprenda a pensar sozinho)
Reflexos do que fui um dia
Não há nada igual
Mudei meus pensamentos
Já não acho mais nada banal.
Acostumei-me a viver como você queria
Fechei os meus olhos
Sou mais um cego do dia.
A noite se chega
Mais uma prisão
Somos todos escravos,
Partilhando à mesma condenação.
Não pense,
Não fale,
Não ouça mais não,
Obedeça ao que pedem
Sem buscar explicação.
Nossos pecados são grandes
Não maiores do que nossa ignorância.
Faça tudo o que lhe dizem
Sem exclamação.
Um dia irá olhar para trás
E não haverá mais perdão:
Nossas almas estão sujas,
Com o sangue do irmão.
Se quiser fugir
Sai agora,
De uma boa olhada
Veja o terror que fizeram lá fora.
Se sair
Também vai sofrer
Mas com a responsabilidade e missão:
De viver e deixar viver.
Autora: Luana Pricila B. Rinaldi
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